| Mancha Verde | ![]() |
![]() |
![]() |
|
A Mancha Verde é a maior torcida organizada do Palmeiras. Já passou por muitas dificuldades e perseguições, mas sempre consegue dar a volta por cima e mostrar sua força. Sempre incentivando, cobrando e apoiando o Palmeiras, a Mancha é sinal festa e apoio total ao Verdão nos estádios. Dados: História Quase sempre envolvida em brigas, a Mancha acabou recebendo uma fama ruim, mas nas arquibancadas suas festas já mostravam que em breve seria a número 1. No início da década de 90, é confeccionada pela torcida a maior bandeira do mundo. Não deu outra: a Mancha cresceu absurdamente depois disso e passou a estar entre as grandes torcidas do Brasil e do Mundo. Mas em 1995, no Pacaembu, uma fatídica briga com a torcida do São Paulo resultou no fechamento da Mancha Verde, que teve suas faixas, bandeiras, bateria, sede e a maior bandeira do mundo apreendidas. Porém, naquele ano, começava para a Mancha o carnaval, com a fundação do Bloco Carnavalesco, que recebeu o nome da torcida, em 18 de Outubro de 1995. O primeiro desfile foi no ano seguinte. Passou por uma fase difícil de 97 a 2000. Neste mesmo ano (2000) o Bloco Carnavalesco virou Escola de Samba. Em 2002 a Mancha conseguiu a vaga para disputar o Grupo de Acesso do Carnaval Paulista, com o enredo: “De lutas e solidariedade, a força do trabalhador”, onde exalta a coragem do trabalhador e critica as más condições de trabalho para o brasileiro. Enquanto isso, a torcida passava por uma fase de afirmação. Foi feito um novo bandeirão, ganhando novos associados. A Mancha voltava a crescer e ganhar força. Em 2002, a alegria do acesso no carnaval e a tristeza pelo Palmeiras que, com uma péssima campanha no Campeonato Brasileiro, foi rebaixado para a 2ª divisão. Engana-se quem pensou que a Mancha iria abandonar o time nesta situação difícil. No samba, uma jurada “mal – intencionada” mantém a Mancha no acesso, achando um erro de português num trecho do samba, onde comprovadamente não havia. Em 2004 não tinha jeito, com o enredo “A saga italiana, em terra paulistana”, que fala da chegada dos italianos na cidade de São Paulo, e os agradece por ensinar sua cultura à boa parte dos paulistanos. O desfile foi perfeito. Anhembi lotado, a Mancha é campeã do Grupo de Acesso e pela primeira vez disputaria o Grupo Especial do carnaval. Foi a Escola de Samba que teve a mais rápida ascensão. Apesar de o time não ajudar, a torcida como sempre estava ao lado, com chuva, com frio, com sol, sempre apoiando em qualquer momento. Em 2005, com o enredo: “Da pré-história aos transgênicos, Mato-Grosso, uma Mancha Verde no coração do Brasil”, que exalta o estado de Mato Grosso e com uma letra bonita, o desfile foi muito bom para uma estréia no Grupo Especial, porém a Escola foi penalizada, perdendo quatro pontos por atrasar um minuto na saída da Avenida, mas a Mancha se manteve no Especial. Uma lamentável briga com a T.U.P. deixou ambas punidas por um ano, enquanto os rivais faziam o que queriam sem serem punidos. Já com uma experiência no Grupo Especial, em 2006 a Mancha procurou corrigir os defeitos que teve em 2005. Nesse ano, a Mancha passou por diversas dificuldades, a primeira delas foi à perda da quadra, que foi tomada pelo Governo de SP. Voltando ao carnaval, com a Gaviões da Fiel no Grupo Especial, a Liga da Escola de Samba criou um novo grupo, o “Grupo das Escolas de Sambas Esportivas”, com apenas Mancha e Gaviões. Mas com os efeitos suspensivos daqui e dali, novamente a Mancha foi prejudicada e todo trabalho feito foi praticamente jogado no lixo, por que os diretores da Liga da Escola de Samba deixaram apenas a Gaviões da Fiel desfilar pelo Grupo Especial, e a Mancha teve que desfilar sozinha pelo Grupo de Escolas Esportivas. Apesar de desfilar em grupo diferente, a Mancha fez um acordo com as outras escolas de samba para poder desfilar junto com elas no mesmo dia dos desfiles para a Especial. Quatro dias antes do desfile, a Mancha passou por outra dificuldade: dois carros pegaram fogo e, graças à ajuda de outras escolas de samba e de seus associados, a Mancha conseguiu reconstruir seus carros alegóricos para o desfile. Com o enredo “Bem Aventurados Sejam os Perseguidos Por Causa da Justiça dos Homens, Pois Deles é o Reino dos Céus”, a Mancha fez um belíssimo desfile. Todos que acompanharam pela TV ou os que estavam no Anhembi se emocionaram muito com o enredo e com a vontade de todos. E a Mancha foi à primeira escola campeã do grupo das Escolas Esportivas. Se as suas notas fossem contadas juntamente com as outras escolas de samba, a Mancha estaria em uma excelente colocação, entre as sete primeiras colocadas. Neste ano, mesmo passando por várias dificuldades, como uma punição completamente injusta, já que a torcida rival que quebrou o Pacaembu num jogo em que nem sequer o Palmeiras jogava, a Mancha inaugurou a nova sede oficial, na Rua Turiassú e como sempre fazendo a festa e apoiando o Palmeiras em todos os lugares. Para não ocorrerem mais injustiças e haverem pessoas para defender o Palmeiras e sua torcida na política, o presidente de honra da Mancha Verde, Paulinho Serdan, se candidatou para Deputado Estadual, seu número de candidatura é 43.116. Luiz Kokay – um dos fundadores da Mancha-, também se candidatou, só que para Deputado Federal, e seu número de candidatura é 1.118. Em 2007, com o enredo “Decifra-me ou devoro-te! Apocalipse quatro cavaleiros, três profecias e quatro segredos”, a Mancha já prepara os ensaios e as festas. Hoje a Mancha possui sub-sedes pelo Brasil inteiro e pelo mundo, como Japão e Portugal. Tem um grande número de associados, promove caravanas pelo Brasil e pelo mundo inteiro, para sempre incentivar o Palmeiras, que é para isso que a Mancha vive. Parabéns, Mancha, por estar a mais de duas décadas junto do Verdão, em qualquer situação! Frases /Lemas: |


