Mancha Verde PDF Imprimir E-mail
 

A Mancha Verde é a maior torcida organizada do Palmeiras. Já passou por muitas dificuldades e perseguições, mas sempre consegue dar a volta por cima e mostrar sua força. Sempre incentivando, cobrando e apoiando o Palmeiras, a Mancha é sinal festa e apoio total ao Verdão nos estádios.

Dados:
Site: https://www.manchaalviverde.com.br
E-mail: diretoria@manchaalviverde.com.brdiretoria@manchaalviverde.com.br Este endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terá de estar activado para poder visualizar o endereço de email
Presidente de honra: Paulo Rogério de Aquino (Paulinho Serdan)
Presidente: Jânio Carvalho Santos
Vice-presidente: Luiz Carneiro Filho
Diretor Geral: Reginaldo Pereira
Fundação: 11/01/1983
Telefones: (11) 3872-4832 e 3362-8611
Sede: Rua: Turiassú, 1.777 – Perdizez – São Paulo/SP – CEP: 05005-001
Loja: Rua José Paulino, 226 - cj. 149 - Bom Retiro - São Paulo - SP CEP: 01120-001

História
A Mancha Verde nasceu da fusão de três torcidas. São elas: Império, Inferno e Grêmio Alviverde. Fundada em 11 de janeiro de 1983, a Mancha Verde era a segunda torcida do Palmeiras. Com pouca estrutura no começo, as bandeiras e faixas eram feitas na casa de integrantes. A Mancha foi crescendo, e quando Cléo Sóstenes assumiu a torcida, a Mancha cresceu como nunca. Cléo era um grande líder, e que esteja com Deus.

Quase sempre envolvida em brigas, a Mancha acabou recebendo uma fama ruim, mas nas arquibancadas suas festas já mostravam que em breve seria a número 1.

No início da década de 90, é confeccionada pela torcida a maior bandeira do mundo. Não deu outra: a Mancha cresceu absurdamente depois disso e passou a estar entre as grandes torcidas do Brasil e do Mundo. Mas em 1995, no Pacaembu, uma fatídica briga com a torcida do São Paulo resultou no fechamento da Mancha Verde, que teve suas faixas, bandeiras, bateria, sede e a maior bandeira do mundo apreendidas. Porém, naquele ano, começava para a Mancha o carnaval, com a fundação do Bloco Carnavalesco, que recebeu o nome da torcida, em 18 de Outubro de 1995. O primeiro desfile foi no ano seguinte.
Em 1997, a Mancha retorna, desta vez como Mancha Alviverde: tudo zerado.

Passou por uma fase difícil de 97 a 2000. Neste mesmo ano (2000) o Bloco Carnavalesco virou Escola de Samba.

Em 2002 a Mancha conseguiu a vaga para disputar o Grupo de Acesso do Carnaval Paulista, com o enredo: “De lutas e solidariedade, a força do trabalhador”, onde exalta a coragem do trabalhador e critica as más condições de trabalho para o brasileiro.

Enquanto isso, a torcida passava por uma fase de afirmação. Foi feito um novo bandeirão, ganhando novos associados. A Mancha voltava a crescer e ganhar força.

Em 2002, a alegria do acesso no carnaval e a tristeza pelo Palmeiras que, com uma péssima campanha no Campeonato Brasileiro, foi rebaixado para a 2ª divisão. Engana-se quem pensou que a Mancha iria abandonar o time nesta situação difícil.
Juntamente com toda torcida palmeirense, ela apoiou a equipe até o final do campeonato, com lindas festas que encantaram o Brasil inteiro. Com isso, a Mancha ganhou novos associados e crescia cada vez mais. Empurrado pela apaixonada torcida e pelas festas que a Mancha Verde fazia, o Verdão voltava à elite do Brasil.

No samba, uma jurada “mal – intencionada” mantém a Mancha no acesso, achando um erro de português num trecho do samba, onde comprovadamente não havia.

Em 2004 não tinha jeito, com o enredo “A saga italiana, em terra paulistana”, que fala da chegada dos italianos na cidade de São Paulo, e os agradece por ensinar sua cultura à boa parte dos paulistanos. O desfile foi perfeito. Anhembi lotado, a Mancha é campeã do Grupo de Acesso e pela primeira vez disputaria o Grupo Especial do carnaval. Foi a Escola de Samba que teve a mais rápida ascensão.

Apesar de o time não ajudar, a torcida como sempre estava ao lado, com chuva, com frio, com sol, sempre apoiando em qualquer momento.

Em 2005, com o enredo: “Da pré-história aos transgênicos, Mato-Grosso, uma Mancha Verde no coração do Brasil”, que exalta o estado de Mato Grosso e com uma letra bonita, o desfile foi muito bom para uma estréia no Grupo Especial, porém a Escola foi penalizada, perdendo quatro pontos por atrasar um minuto na saída da Avenida, mas a Mancha se manteve no Especial.

Uma lamentável briga com a T.U.P. deixou ambas punidas por um ano, enquanto os rivais faziam o que queriam sem serem punidos.

Já com uma experiência no Grupo Especial, em 2006 a Mancha procurou corrigir os defeitos que teve em 2005. Nesse ano, a Mancha passou por diversas dificuldades, a primeira delas foi à perda da quadra, que foi tomada pelo Governo de SP. Voltando ao carnaval, com a Gaviões da Fiel no Grupo Especial, a Liga da Escola de Samba criou um novo grupo, o “Grupo das Escolas de Sambas Esportivas”, com apenas Mancha e Gaviões. Mas com os efeitos suspensivos daqui e dali, novamente a Mancha foi prejudicada e todo trabalho feito foi praticamente jogado no lixo, por que os diretores da Liga da Escola de Samba deixaram apenas a Gaviões da Fiel desfilar pelo Grupo Especial, e a Mancha teve que desfilar sozinha pelo Grupo de Escolas Esportivas. Apesar de desfilar em grupo diferente, a Mancha fez um acordo com as outras escolas de samba para poder desfilar junto com elas no mesmo dia dos desfiles para a Especial. Quatro dias antes do desfile, a Mancha passou por outra dificuldade: dois carros pegaram fogo e, graças à ajuda de outras escolas de samba e de seus associados, a Mancha conseguiu reconstruir seus carros alegóricos para o desfile.

Com o enredo “Bem Aventurados Sejam os Perseguidos Por Causa da Justiça dos Homens, Pois Deles é o Reino dos Céus”, a Mancha fez um belíssimo desfile. Todos que acompanharam pela TV ou os que estavam no Anhembi se emocionaram muito com o enredo e com a vontade de todos. E a Mancha foi à primeira escola campeã do grupo das Escolas Esportivas. Se as suas notas fossem contadas juntamente com as outras escolas de samba, a Mancha estaria em uma excelente colocação, entre as sete primeiras colocadas.

Neste ano, mesmo passando por várias dificuldades, como uma punição completamente injusta, já que a torcida rival que quebrou o Pacaembu num jogo em que nem sequer o Palmeiras jogava, a Mancha inaugurou a nova sede oficial, na Rua Turiassú e como sempre fazendo a festa e apoiando o Palmeiras em todos os lugares.

Para não ocorrerem mais injustiças e haverem pessoas para defender o Palmeiras e sua torcida na política, o presidente de honra da Mancha Verde, Paulinho Serdan, se candidatou para Deputado Estadual, seu número de candidatura é 43.116. Luiz Kokay – um dos fundadores da Mancha-, também se candidatou, só que para Deputado Federal, e seu número de candidatura é 1.118.

Em 2007, com o enredo “Decifra-me ou devoro-te! Apocalipse quatro cavaleiros, três profecias e quatro segredos”, a Mancha já prepara os ensaios e as festas.

Hoje a Mancha possui sub-sedes pelo Brasil inteiro e pelo mundo, como Japão e Portugal. Tem um grande número de associados, promove caravanas pelo Brasil e pelo mundo inteiro, para sempre incentivar o Palmeiras, que é para isso que a Mancha vive.

Parabéns, Mancha, por estar a mais de duas décadas junto do Verdão, em qualquer situação!

Frases /Lemas:
“Dignidade, União e Glórias”.
“Nossa união é que nos dá o poder de ser”.
“Nem melhor, nem pior, apenas diferente”.
“Não existe tempo ruim para um Manchista, juntos transformamos qualquer tempo”.
“Se o Palmeiras jogasse no céu, morreríamos para vê-lo jogar”.
“Pois eu to na Mancha Verde e a Mancha Verde está em mim”.